<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><rss version="2.0"><channel><title>Certamente!</title><description>Publicação de Paulo Querido</description><link>https://paulo.querido.net</link><lastBuildDate>Seg, 18 abr 2022 12:55:29 +0100</lastBuildDate><pubDate>Seg, 18 abr 2022 12:55:29 +0100</pubDate><item><title>O destino do jornalismo tornou-se-me indiferente</title><description>&lt;strong&gt;“&lt;em&gt;Uma vez jornalista, sempre jornalista&lt;/em&gt;”. “&lt;em&gt;O jornalismo é sacerdócio&lt;/em&gt;”. “&lt;em&gt;Podes deixar de praticar, mas não deixas de ser jornalista&lt;/em&gt;”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo da vida sempre ouvi estas frases. Talvez por isso, quando os jornais deixaram de querer os meus serviços, por volta de 2013-14, tive problemas para estabelecer uma &lt;em&gt;bioline&lt;/em&gt;. “Ex-jornalista” ia contra o cânone segundo o qual tu nunca deixas de ser jornalista. “Antigo jornalista” idem, além de soar pior. Usei ambos, sentindo-me sempre desconfortável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até que deixei de invocar o jornalismo; está no CV, aí permanecerá para sempre, foram 30 e tal anos, uma vida, quase toda a minha vida produtiva, mas faz já algum tempo que não é mais invocável no meu dia a dia. Ter sido jornalista não me confere qualquer grau, prestígio ou estatuto especial. Amig@s e leitor@s podem achar que sim, mas eu sei que não. Outros jornalistas no ativo, em pousio ou na reforma podem achar que sim e cada um falará por si, as vidas são diferentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Falo disto porque numa conversa que não vem ao caso com o Pedro Fonseca saí-me com esta frase: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;o jornalismo é um campo que já não abarco de forma intensa e, confesso, o seu destino tornou-se-me indiferente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”.</description><pubDate>Seg, 16 nov 2020 23:10:00 +0000</pubDate></item><item><title>Portugal tem menos oposição do que precisa e a culpa é, inteirinha, do PSD</title><description>&lt;p&gt;Portugal tem menos PSD do que devia, tem menos oposição do que precisa. E nada disso é assacável a um PS enfraquecido e asfixiado sob o peso da responsabilidade da gestão dos fundos comunitários. A nulidade política da direita portuguesa é para a conta, inteirinha, dela própria. Resulta da deserção de Rui Rio do espaço público onde se negoceiam entendimentos sobre os temas da década.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Ter, 13 out 2020 11:12:00 +0100</pubDate></item><item><title>01. O apoio do LIVRE a Ana Gomes vem facilitar, mas é cedo para escolher</title><description>&lt;p&gt;O apoio do LIVRE a Ana Gomes vem tornar a minha escolha menos difícil. Mas é cedo para escolher.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Creio que a melhor coisa a fazer pelos eleitores como eu, que votam sempre e só à esquerda mas não se sentem, ou nunca ficaram, obrigados a um partido, é ver como evoluem a pré-campanha  e a campanha — naturalmente, com maior ou menor envolvimento enquanto cidadãos interessados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nesse sentido, e como sucedeu nas últimas legislativas, distribuirei pelas redes o que achar pertinente tenha origem na campanha de Ana Gomes, na campanha de Marisa Matias ou na campanha de João Ferreira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ou seja: estou apoiante destas 3 candidaturas até ao momento em que decidir o meu voto (e enquanto elas existirem).&lt;/p&gt;</description><pubDate>Qui, 17 set 2020 13:10:00 +0100</pubDate></item><item><title>17 anos depois, o relançamento</title><description>&lt;p&gt;17 anos passam num instante? Não. Demoram. E 20 anos — que é o tempo de vida deste domínio? E 31 anos, que é o tempo que levo a publicar coisas na Internet? São milhares de artigos e páginas e posts por todo o lado. Quando queres consolidar um arquivo destes, é preciso coragem para ganhar balanço. E se queres relançar a publicação pessoal? Escreves uma aplicação que faça a coisa exatamente  como a queres.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Seg, 14 set 2020 18:41:00 +0100</pubDate></item></channel></rss>