A Era do Capitalismo da Vigilância
A disputa por um futuro humano na nova fronteira do poder
de Shoshana Zuboff
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Sobre o Livro
Sinopse
Nesta obra, a socióloga norte-americana Shoshana Zuboff revela-nos aquilo a que chama capitalismo da vigilância, um projeto global de modificação do comportamento que ameaça transformar a natureza humana no século XXI, do mesmo modo que o capitalismo industrial alterou o mundo natural do século XX.
Zuboff analisa as consequências do capitalismo da vigilância que se expandiu de Silicon Valley aos mais diferentes setores da economia atual.
Opinião dos leitores
Detalhes do Produto
A Era do Capitalismo da Vigilância
ISBN
9789897830907
Edição/Reimpressão
12-2020
Editor:
Relógio D'Água
Idioma:
Português
Dimensões:
155 x 232 x 31 mm
Encadernação:
Capa mole
Páginas:
696
Tipo de Produto:
Livro
Coleção:
Antropos
Classificação Temática:
Livros em Português
> Ciências Sociais e Humanas
> Sociologia
Autora bastante informada, com algumas "profecias" que se têm confirmado. Visão pouco otimista do nosso futuro, mas sempre com sobriedade, sem teorias da conspiração e afins.
Um livro que explora os métodos (alguns subreptícios, outros completamente às claras) com os quais as grandes empresas tecnológicas practicamente normalizaram a vigilância em massa dos seu utilizadores. Leitura por vezes difícil e pesada mas essencial nos tempos em que vivemos, mesmo para as pessoas que acham não ser afectadas pelo tema - num futuro próximo será a realidade de todos nós.
Um livro que reflete na sua génese a sociedade tecnológica em que vivemos hoje. Importante para os que têm interesse no impacto da tecnologia e sobretudo do capitalismo de vigilância nas nossas vidas.
Um ensaio enorme, em fôlego e extensão, que adverte cuidadosamente para uma nova era tecnológica que estamos a viver e que a autora designa de "capitalismo da vigilância". É, muitas vezes, assustador perceber o quanto a socióloga tem razão no modo como vê os renovados modos de exercício de poder sobre os sujeitos. Mas também oferece pistas para que pensemos coletivamente em alternativas, para que um outro futuro seja possível.