Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

30 de julho de 2006

Mais sobre a crise da imprensa

A procura de causas para a crise na deriva electrónica – e dentro desta nos conteúdos gerados pelo consumidor – explica em parte porque se dá a erosão ao centro do espectro: são as classes médias consumidoras de actualidade (informação e sobretudo opinião) quem está a trocar o papel, do qual já não retiram o que pretendem, pelo imediatismo da rede global. Já os consumidores de entretenimento continuam a adquirir a sua dose pela via normal dos produtos de espectáculos, show-off, jet-set e afins, e os leitores dos magazines específicos permanecem fiéis aos seus títulos, da Maxmen à Economist passando pelo New Yorker e pela T3. Note-se que o New Yorker e The Economist subiram as tiragens nos últimos anos, bem como outras revistas temáticas.

Leia o resto da minha crónica no Expresso online, esta semana sob o título crise da imprensa: uma lição.