Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

15 de maio de 2006

Manhas contabilísticas

Dizer que o putativo investimento de Monteiro de Barros na refinaria de Sines seria todo ele privado é um eufemismo, mais uma mera acção de contabilidade manhosa: a quantidade de benesses e isenções fiscais exigidas como condição ao Estado não entraria nas futuras contas na parcela investimento público (na realidade nem entraria nas contas). Se entrasse, lá se borrava mais uma pintura ao “investimento privado”.