Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

1 de outubro de 2007

Microsoft quer comprar Facebook. Como reagimos à propriedade dos social-networking sites?

A guerra pelo primeiro lugar na Internet está a aquecer, com a Microsoft a puxar finalmente da carteira para fazer o óbvio para qualquer gestor esperto (o que diz muito sobre a decadênca da empresa): comprar o melhor.

No caso, comprar o Facebook. Trata-se apenas do serviço de social networking mais excitante jamais visto e ao qual se reconhece o potencial de obliterar a concorrência. Descontada a normal dose de exagero, o Facebook é realmente bom e é o futuro no sector, não tenhamos dúvidas.

As reacções à oferta de compra, que está cada vez mais perto de se concretizar (uma peça do WSJ sobre isto), destacam tanto a batalha contra a Google, Inc como… o aproximar do pico da bolha 2.0 :)

Tenho no entanto outra dúvida — que partilho com os meus leitores sob a forma de um inquérito. Até que ponto sabermos que a Microsoft vai comprar a Facebook condicionará a nossa atitude face ao serviço? Até aqui, a propriedade dos sites de social networking nunca me tinha parecido relevante, mas no quadro que se desenha pode vir a ser. Até porque temos um longo passado de tribalismo na indústria da informática e há autores que sugerem que num mundo globalizado e sem fronteiras os homens procurarão defesa nas marcas multinacionais, engrossando os respectivos exércitos de consumidores.

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