Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

15 de julho de 2007

Os "independentes"

Carmona Rodrigues e Helena Roseta deram boas lições e são uma espécie de reserva moral da democracia — ou pelo menos assim prefiro entender os respectivos empenhos e resultados. Não tenho ilusões sobre alguma vez um independente alcançar o governo (ou um cargo de poder nacional efectivo), mas também não podemos falar dos fenómenos de Manuel Alegre e, agora, Carmona e Roseta (omito os folclóricos Isaltino e Valentim, que não são para levar a sério) como sucedâneos do PRD e do eanismo. Aqui há substância, corpo, ideias e capacidade, e não apenas a farda do general.