Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

2 de dezembro de 2004

Ou seja, não discutimos pôrra alguma

«Nas crises o que mais discutimos é a parte da economia que depende do estado, por singular coincidência a área da política onde os governos têm menos margem de manobra e o comando é de Bruxelas e da globalização. A parte da política onde o comando nacional é quase total e que é mais importante para nos arrancar da mediocridade – como por exemplo a educação e a formação profissional – nunca é discutida. Ouvimos economistas e empresários sobre a crise e nunca professores, estudantes ou operários.» ( “As nossas formas particulares de cegueira”, JPP in Abrupto )