Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

1 de fevereiro de 2008

Pixelmator: e tudo voltou ao normal

Pois eu usava The Gimp mas com saudades do Photoshop, pois. Tinha o Pixelmator instalado, mas a versão demo não faz jus ao programa. Graças ao Macheist comprei finalmente a licença. Esta custa 59 dólares, mas o pacotão de 12 aplicações ficou-me em 49 dólares, fiquei com 9 programas e dei 3.

Só vos digo: em boa hora.

pixelmator.jpg

Para mim, que não sou pro, só preciso de edição básica de imagem, o Photoshop era um pouco demais. Porém, a simplicidade de uso fazia-me não o trocar por nada. Todos os que testei em ambiente Windows, recusei. Não por serem inferiores, mas por serem mais complexos de usar.

The Gimp, por exemplo, ainda é o que se safa melhor. Ou talvez eu diga isto porque fui forçado mesmo a usá-lo nos 9 meses em que estive com o Ubuntu (uma versão de Linux, para os leitores menos familiarizados). Mas em Mac OS X acima de determinada versão (não me dei ao trabalho de verificar qual, no meu Mac não dá e pronto) o Gimp é uma borrada: precisa de um sistema gráfico do Mac OS X anterior, o que o torna mais pesado, e mesmo assim há coisas que não se fazem senão com truques do arco da velha.

Por exemplo: um print-screen.

Com o Photoshop, é fácil: tecla print-screen, nova imagem, past e tá a andar. Em Mac não há tecla print-screen mas há um utilitário muito, muitíssimo melhor, a Captura.

Com o Gimp, aqui no Mac, esqueçam. Era preciso gravar a imagem na Captura, abrir o Gimp e abrir a imagem.

Com o Pixelmator voltou tudo ao normal para mim. As funções de copiar e colar são transparentes. Todas as funcionalidades de que eu preciso estão aqui e é fácil percebê-las e lidar com elas. Até a funcionalidade de copiar uma imagem directamente do browser (botão da direita, copiar imagem) regressou. (Com o Gimp: gravar a imagem, abrir o Gimp, abrir a imagem).

Bem sei que o Gimp tem uma legião de defensores e ainda bem. É um excelente programa — para quem vive da imagem ou tem com ela um relacionamento muito mais íntimo do que eu.

Que 49 dólares tão bem empregues (também pelo Snapz Pro X, de que falarei um dia).