Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

9 de outubro de 2005

Sim, João Pedro ;)

SIM, JOÃO PEDRO ;) . Respondo ao teu comentário com um naturalmente que sim, nota-se, e acrescento parecer essa uma daquelas ganzas que dá para a lucidez. Lá calha.

Agora, eu continuo a ver uma diferença entre a recorrência da auto-citação como exercício do confronto do autor com as suas próprias ideias levado ao leitor, quiçá mesmo metendo no barco do aceitável a repetição dos hoje designados soundbytes como mecanismo de introdução pela força de UMA ideia que seja nas duras cabecinhas dos (e)leitores, e o auto-copi-pastismo que, como o próprio neologismo indica, é uma modernice propiciada pelas máquinas de escrever hodiernas e tem por função aumentar ao máximo com o mínimo esforço o número de caracteres de um texto sem que o “autor” possa ser acusado de plágio ou, pelo menos, copianço descarado.

Basta, aliás, ler MRP para perceber a evidente diferença entre a repetição como estilo ou a repetição como falta dele. Tenta (usando do mesmo).