Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

30 de abril de 2011

Os desígnios do Facebook são estranhos, caprichosos e, quiçá, acertados

Os desígnios do Facebook são estranhos, caprichosos e, pensando bem, acertados. Quantos de nós não nos divertimos com as surpreendentes coligações de “sugestões” de novas amizades, ou a hierarquia dos nossos amigos?

Há pouco tive dois exemplos eloquentes. Não resisto e vou guardá-los para um dia sorrir outra vez.

As pessoas que eu “talvez conheça” (como raio os algoritmos juntaram estas duas pessoas é um Mistério e o facto de considerar uma delas uma criatura a evitar é prova de que as redes sociais sabem, afinal, tão pouco sobre nós).

E aqui uma organização — vendo bem — bastante lógica dos amigos, bastante mais coerente do que as sugestões acima, quanto mais não seja porque efetivamente os conheço, a quase todos desde antes do Facebook existir e a um há umas décadas valentes:

Um Insólito, que vou tomar como uma Enorme Coincidência, é que, em 8 pessoas — contando comigo — que o Facebook, em glorioso esforço matemático, juntou numa mesma meia página, metade esteve uma vez fisicamente na mesma sala ao mesmo tempo e para o mesmo evento, um facto aliás comprovável nos arquivos da RTP.