Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

3 de agosto de 2010

5 cêntimos sobre o “caso” Freeport

O caso Freeport teve o condão de me afastar ainda mais dos noticiários da SIC-Notícias e em especial do Jornal de Mário Crespo. É capaz de ser erro meu, mas eu aprendi que o jornalismo era outra coisa e burro velho não está para aprender aquele tipo de, er, derivados.

Este é o cêntimo um. Os cêntimos dois e três e quatro e cinco:

Val, Ataque à diligência

Eduardo Pitta, Absolut Silly

Pedro Adão e Silva, O fim da presunção de inocência (video)

(“O direito à presunção da inocência em Portugal simplesmente não existe e o Freeport enterrou definitivamente esse direito” – bong bong bong bong bong!)

Isabel Moreira, Dos prognósticos no fim do jogo à revelia do Estado de direito: a concretização de uma ideia gira (ficção)

bluesmile, nos comentários: “Kafkiano, todo este processo.

E a gravidade de tudo isto não é o facto da vítima ser José Sócrates mas de pensar qualquer um de nós pode ser o próximo Sócrates…

Tenho a impressão de estar a assistir em directo ao implodir do Estado de Direito e de todos aquels princípios básicos de Direito Penal que nos ensinaram nos bancos da faculdade.