Certamente!

Paulo Querido. Na Internet desde 1989

26 de março de 2011

Estaline, Mao, Mussolini e Salazar estão no meio de nós

A consideração pessoal que tenho por Pedro Lomba e José Manuel Fernandes impede-me de subscrever integralmente este post de Fernanda Câncio: a frente da calúnia, em seu aviltante esplendor.

Assim, retirando a forma (nota bene: retirando-a apenas no que concerne aos dois nomes supra), apoio integralmente o conteúdo.

A começar por mim, há diversas pessoas com o duplo privilégio da escrita e da leitura dessa escrita que defenderam a atividade governamental, ou simplesmente opinaram a favor do ainda Primeiro Ministro, e dos seus dois governos, sem serem pagas para tal ou esperarem com isso algum tipo de favor, material ou outro. Apenas por convição própria, ou simples simpatia, ou devido às suas grelhas de leitura e interpretação da realidade política portuguesa, que é deveras comezinha.

Enquanto eu puder e tiver onde e como, lutarei pela liberdade de opinião. Isto implica denunciar manobras de arrastão e armadilhas contínuas de propaganda que colocam todos no mesmo saco com o objetivo de denegrir em bloco os emissores não-alinhados — limitando severamente o exercício dessa liberdade.

Estou ciente das lições dos mestres da União Soviética de Lenine e Estaline, da China de Mao, da Itália de Mussolini e do Portugal de Salazar (to name just a few) sobre as formas de descredibilizar os cidadãos com voz desalinhada.

Fazendo um paralelismo fácil de entender: enquanto soldados rasos dessa guerra contra o Partido Socialista, Pedro Lomba e José Manuel Fernandes (o outro, o sargento, é um caso diferente) estão a atirar às cegas, matando indiscriminadamente civis.

Vamos afinar essa pontaria?